Diante da falta de diálogo e desrespeito do Executivo, trabalhadores(as) do magistério decretam greve

Os trabalhadores e trabalhadoras da rede municipal de ensino de Palhoça deliberaram por greve a partir da próxima quarta-feira, dia 16, caso o prefeito Eduardo Freccia não apresente uma proposta para a categoria. A deliberação foi tomada em assembleia realizada nesta sexta-feira, dia 11, na sede do sindicato. Até lá, permanece a operação tartaruga que vem sendo realizada desde o dia 3 de agosto.

A decisão foi motivada pela indignação da categoria com o governo municipal. Uma reunião de negociação havia sido marcada para a tarde desta sexta-feira, porém, tanto  a direção do sindicato quanto o grupo que representava os trabalhadores(as) não foram recebidos pela administração. O objetivo era apresentar a proposta construída em assembleia, realizada na quinta-feira, e que poderia pôr fim à operação tartaruga, caso se chegasse a um acordo que contemplasse as reivindicações dos profissionais do magistério.

Desde os primeiros meses deste ano, os trabalhadores da Educação tentam negociar com o prefeito Eduardo Freccia as demandas da categoria. Os profissionais lutam pela implementação do piso do magistério na carreira, pelos direitos dos Professores Admitidos em Caráter Temporário (ACT’s), por melhores condições de trabalho nas escolas e CEIs e pela derrubada do Projeto de Lei 074/2023 que tramita na Câmara de Vereadores. Se aprovada, a proposta trará uma série de prejuízos aos servidores da Educação.

Após a Assembleia desta sexta, os servidores(as) fizeram uma caminhada até a Prefeitura, onde foi entregue um ofício comunicando a decisão da categoria pela greve a partir do dia 16 de agosto. O documento pode ser acessado aqui.

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